Conversa de Improviso

Meu nome é Mônica Nubiato e aqui temos tudo o que não se deve discutir: política, religião, futebol, sexo, drogas e Rock n´roll. 1 pit. de humor negro, sem censura. Para extravasar o Dandi que existe dentro de nós. Viva a Sociedade Alternativa! —

16/7/09

Miscelânea Café

Como podem notar, o Conversa de Improviso não recebe mais postagens. O que está escrito - bem ou mal - está e vai permanecer. Desde março/2009 , um outro endereço recebe postagens http://miscelaneacafeteriadamonicanubiato.blogspot.com . O blog Miscelânea Café é meu novo endereço. Acesse, leia e participe deste café - você é meu convidado(a).

criado por Mônica Nubiato    19:42 — Arquivado em: Sem categoria

23/3/09

Brasil sugere ajuda de ricos aos subdesenvolvidos

Medida poderia contribuir para avanços em saneamento básico

 

Terminou na última sexta-feira, dia 20 de março, a participação de parlamentares no 5º Fórum Mundial da Água, realizado em Istambul, na Turquia. Como conclusão dos trabalhos, foi elaborado um documento com 13 pontos que abordam questões relevantes no que diz respeito a gestão dos recursos hídricos.
A delegação brasileira documentou uma sugestão central, que pode melhorar a proteção ao meio-ambiente e até mesmo a qualidade de vida dos países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento. A idéia é que as nações mais ricas repassem aos demais países 1% do orçamento destinado ao saneamento básico, de modo a potencializar a capacidade de saneamento nessas localidades.
“Em nosso documento, esclarecemos que é necessário também criar mecanismos de fiscalização para que esse dinheiro seja aplicado corretamente. Os potenciais receptores desses recursos teriam independência para aplicá-los, desde que formassem órgãos gestores, com a participação do poder público, da sociedade civil organizada e também de técnicos”, destaca o deputado federal José Paulo Tóffano (PV/SP), integrante da delegação do Brasil.
Segundo ele, após uma semana de palestras e debates sobre os recursos hídricos, foi formado um grupo que agora ficará responsável por montar uma plataforma que servirá para a troca de informações entre parlamentos de todo o mundo. O objetivo é trocar experiências com vistas à legislação voltada à proteção dos recursos hidrográficos.

 

Assessoria de Imprensa*

Lílian Grasiela Silva – MTB: 51.763

 

criado por Mônica Nubiato    11:42 — Arquivado em: Brasil, Internacional, Meio Ambiente, Política

8/3/09

O Pouso Alegre ou Pouso Caro?

Inevitável segurar os dedos (e a língua) neste primeiro trimestre de nova administração pública jauense. O Pouso deixa de ser Alegre e passa a ser caro.. A bola da vez é o preço das passagens de ônibus. Será que há alguma coisa contra os moradores de Pouso Alegre de Baixo ou toda a cidade está sofrendo com esta "palhaçada capitalista"? Ontem, 07 de março de 2009,  paguei R$2,60 para transporte de Pouso Alegre a Jaú. E o susto foi maior quando comprei a passagem na rodoviária´de Jaú: valor da passagem para Pouso Alegre R$3,20. Uma senana atrás, paguei R$2,00 de Pouso Alegre a Jaú . o mesmo valor foi cobrado no guichê da rodoviária para meu retorno a este nababesco bairro rural onde está localizado meu doce lar.

 Parafraseando uma coluna do Jornal o Comércio do jahu, a pergunta não é ofensa: Quando Pouso Alegre será servido pelo transporte público, inclusive com acesso ao terminal urbano?

Vou contar uma situação pessoal: é sabido que a Viação Santa Cruz de transporte rodoviário tem concessão da rodovia Jaú-Bariri. Para que o transporte público  chegue até o bairro, será necessário asfalto da vicinal que interliga o Jd São José até Pouso Alegre. Estou para completar dez anos de Jaú, e desde minha mudança ouço esta história.  Uma vez, saí do meu trabalho numa emissora de rádio após às 23h. O último ônibus que vem para o bairro sai da rodoviária às 21h. Toda vez que isso acontecia, eu tinha que implorar ao motorista  que faz a linha São Paulo-Bariri para qyue me trouxesse, no ônibus que passa em Jaú  00h30.  Acontece que mesmo assim, o motorista concorda em trazer, mas só até a rotatória. E o bendito do  homem se esqueceu de parar na entrada de Pouso Alegre, parando o ônibus próximo ao Colégio Agrícola. Quase 1h00 da manhã, eu sozinha caminhando a pé na Jaú-Bariri, em escuridão total. Ainda vivi o apuro de  ser seguida por um caminhoneiro que jogava farol em mim pelo acostamento, além de soltar frases nada simpaticas  aos ouvidos femininos. Fiz uma queixa, tive apoio da OAB na época, mas o máximo que consegui foi uma linha  às 23h.  A mesma foi retirada em pouco tempo. Quem precisa de ônibus no período da tarde tem problema. De Pouso Alegre a Jaú tem ônibus ao meio-dia, às 13h20, e depois de um baita intervalo, às 16h30 e 17h30. Depois deste horário ninguém mais vai para Jaú. Para quem está em Jaú e deseja retornar para casa, o mesmo problema:  Ônibus 12h40, 14h00, e depois de um longo intervalo 16h40,18h00, 19h00 e 21h00. E no período da manhã, profissionais da escola e do Posto de Saúde não conseguem estar no posto de trabalho ás 7h00 - início do expediente nestes serviços. Esta semana, a população começou reclamar atraso de serviço dos profissionais e tiveram que ouvir, e bem ouvido, que a culpa era da falta de atenção aos serviços essenciais que um bairro precisa ter, já que não tem ônibus mais cedo para chegar ao Pouso Alegre.

 Pois bem, no guichê da viação Santa Cruz, os esclarecimentos: " repassamos o valor que a prefeitura começou a nos cobrar  de taxa de rodoviária ( R$0,61). Não vemos este valor, ele vai integral à prefeitura. Antes eles não cobravam de quem vinha de Pouso Alegre, agora estão cobrando e temos que repassar." - Se hipoteticamente, são vendidas 200 passagens diárias para Pouso Alegre, isso dá uma arrecadação mensal de R$3660,00. O que é feito com este dinheiro??? Que benefícios os moradores de Pouso Alegre terão a partir de agora?

Moradores do bairro, fazendas e sítios vizinhos que dependem de transporte público para locomoção são os que sofrem o problema. Ocorre que , uma minoria monopoliza a situação e se comporta convenientemente aos interesses  da Santa Cruz. Uma vez ouvi um nobre senhor de tradicional família do bairro dizer: "não precisa de transporte aqui, as crianças têm perua escolar!". Deixei meus comentários para mim mesma. Em primeiro lugar, pais, mães, jovens e trabalhadores que precisam ir  para Jaú ao médico, compras, banco, trabalho, etc, não são atendidos pelo "transporte escolar".. E finalmente cabe perguntar: quem é o proprietário de uma série de peruas  que fazem o transporte escolar???Quem voltou ao início do parágrafo, decifrou o enigma.

 Será que eles acreditam que somos mutantes e temos superpoderes, por exemplo, teletransporte? O detalhe é a nova pintura do bairro: verde geral!!!!

criado por Mônica Nubiato    10:38 — Arquivado em: Economia, Jaú Jaú Jaú, Política

2/3/09

A arte de engolir sapos

Nesta segunda-feira, ouvi uma frase que entra para o hall de absurdos e afins que integram meu penico: " A política é a arte de engolir sapos". Vou manter o autor em sigilo, mas não posso engolir essa. O conteúdo da frase se iguala  a  "fazer política é como construir uma casa - é preciso barro, capim e merda" ou a outra que diz " se o empresário não burlar a lei e os direitos dos empregados, a empresa não cresce e ele não tem lucro"..

Pesquisei o significado de "engolir sapos". Conforme uma das respostas encontradas o significado da gíria "engolir sapos" é:

Fazer algo contrariado; ser alvo de insultos/injustiças/contrariedades sem reagir/revidar, acumulando ressentimento

Por que será sapo? Poderia ser engolir um caroço gigante, não é? Sendo uma expressão da própria lingua (idiomática) não haverá uma tradução ao pé da letra. Mas será que em inglês seria por exemplo: "Deixar alguem pisar no seu pé e não dizer algo". Ou seja não é o usado nem a palavra "engolir" e nem a palavra "sapo".

 

(suspiros, muitos suspiros). Diga qualquer coisa, mas não subestime minha inteligência.

 

 Antes de qualquer consideração as pessoas denigrem o verdadeiro significado de política. Voltemos à idade clássica, ressussitemos Aristóteles.

O termo política é derivado do grego antigo πολιτεία (politeía), que indicava todos os procedimentos relativos à pólis, ou cidade-Estado. Por extensão, poderia significar tanto cidade-Estado quanto sociedade, comunidade, coletividade e outras definições referentes à vida urbana.

O livro de Platão traduzido como "A República" é, no original, intitulado "Πολιτεία" (Politeía) .

"O homem é um animal político" — Aristóteles

 

Se considerar que a política é a arte de engolir sapos + sociedade, comunidade, Cidade, Estado, etc , temos: O povo engasga diariamente.

Se o político engole sapo, o povo também engole.

Se o jornalista engole sapo, o leitor engole também.

Se a justiça engole sapo, o povo é injustiçado.

Se um médico engole sapo, haja remédio para salvar o povo doente.

Etc…

Engolir sapos jamais pode ser ato elevado ao status de arte. Primeiro ponto. Profissão alguma deve defender a idéia de que é preciso engolir sapos. Segundo ponto. A revista Você S/A  publicou artigo sobre os "sapos" que surgem em nossas vidas. Segundo o autor do texto, engolir sapos é uma escolha.

 

Engolir sapos é uma questão de escolha

O aprendizado sistêmico está se tornando prerrogativa para a empregabilidade e o sucesso profissional. É preciso parar de cavar em um único buraco

Por Silvio Bugelli

Uma recente pesquisa da Lens & Minarelli, empresa de outplacement e aconselhamento de carreira, realizada com mais de 300 pessoas demitidas (entre presidentes, diretores e gerentes), apontou que cerca de 67% tinham curso de pós-graduação ou o título de MBA. Este número constata que o que vale mesmo nos dias de hoje é o conhecimento e a competência, não o título.

O aprendizado sistêmico está se tornando prerrogativa para a empregabilidade e o sucesso profissional. Como tenho dito em várias oportunidades, “é preciso parar de cavar em um único buraco”. E por falar em buraco, aproveite para extrair bons aprendizados da estória a seguir.

Um dia, nasceu um sapinho que, com apenas três dias de vida, ainda ingênuo e descuidado, caiu em um buraco. O buraco para o sapinho era um paraíso: razoavelmente amplo, aquecido, com um pouco de água, escurinho e principalmente livre de perigos. Era tudo que o sapinho precisava para a sua sobrevivência!

O tempo foi passando e o sapinho transformou-se em sapo, e de sapo virou um sapão, gordo e entediado.

Num certo dia, o sapão recebe a visita inesperada de um bicho estranho.

- Quem é você?! – pergunta o sapão assustado.

- Sou um sapo como você, oras bolas.

- Você é um sapo como eu?! – exclama o habitante do buraco.

- Meu amigo, existem milhares de sapos como eu e você no mundo lá fora.

- Mundo lá fora?! Como assim?

- Pois é, meu caro… existe um mundo lá fora, e ele é maravilhoso. Existem tantas coisas magníficas, principalmente umas criaturazinhas especiais, razão maior da nossa vida de sapo: as sapinhas.

- Sapinhas?!

- Isso mesmo! Sapinhas. Com elas ficamos cantando nas lagoas, assistindo o entardecer e comendo mosquitos que voam desgovernados.

- Lagoas?! Mosquitos?!

- E tem mais, quando anoitece o céu é lindo, cheio de estrelas.

- Epa! Aí você não me pega. Eu também, todas as noites, consigo contar umas cinco ou seis estrelas.

- Pois é, esta é a grande diferença que temos; eu nem posso contar quantas estrelas existem, pois são dezenas, ou melhor, centenas de estrelas.

E assim, o sapo do mundo vai dizendo as vantagens de viver em liberdade, mas em determinado momento, para e diz:

- Por outro lado, o mundo lá fora apresenta riscos. Tem um bicho terrível que precisamos ter muito cuidado. Quando a gente menos espera, ele nos chuta como uma bola de futebol, joga sal no nosso corpo e coloca álcool em nossas costas e depois, ai, ai, ai, ateia fogo, e então a gente sai pulando, pulando. E por falar em pular, já está próximo do entardecer, então vou dar um pulinho até a lagoa.

- Pulinho?! Eu nunca pulei!.

- Pular é da nossa natureza. A propósito, você não gostaria de ir comigo?

- Pensando bem, com todos estes riscos que você me disse, acho melhor não. Prefiro ficar no meu conforto, pelo menos aqui eu conheço e sei que não vou ter surpresa. Pode ir… eu fico bem!

E o sapão continuou ali, no conforto do seu buraco…

Muitos profissionais estão como o sapão, enfurnados no seu mundinho limitado. Acomodados, lutam pela manutenção e sobrevivência, e assim não enxergam as muitas oportunidades. Mal sabem que um dia o buraco pode ruir. Aí, o profissional não estará preparado para assumir os riscos que o mundo corporativo impõe.

Manter-se na zona de conforto é o maior risco daquele que deseja obter um alto desempenho, sem dizer que, para permanecer nela, é preciso “engolir vários sapos” a cada dia.

O aprendizado sistêmico é capaz de conduzir você a um novo mundo. Um mundo de oportunidades, idéias, criatividade, entusiasmo, emoção, enfim, um mundo com vida! Neste mundo não se vive em uma única dimensão; vive-se em 3 D:

A primeira dimensão envolve o aprendizado das relações, dos valores e dos sentimentos.
A segunda dimensão considera o aprendizado do ambiente, do mercado e dos clientes.
A terceira dimensão contempla o aprendizado sobre resultados e poder de realização.

Se todas estas coisas começam a fazer sentido, então você está em evolução. Vá em frente, afinal: quem sabe, aprende!

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Se você decidir engolir sapos, verifique  pelo menos se o seu "sapo lava os pés"

criado por Mônica Nubiato    17:58 — Arquivado em: Comportamento, Jaú Jaú Jaú, Política

Ciranda do Villa

 

A Cia LÚDICOS de teatro popular, estréia temporada de novo espetáculo infantil de rua "A Ciranda do Villa" no SESC Vila Mariana.  Elenco: Camila Faria, Cristiane Guerreiro, Débora Corrêa, Ellen Silvestre, Gizele Panza, Vanessa Menezes e Vera Carnevali. Direção  Geral de Gira de Oliveira,.Direção Musical: Bakhy. Coreografia:de Luanda Eliza . Cenários, Figurinos e Adereços: As Mariposas (Maria Zuquim e Juliana Napolitano) .

A Ciranda do Villa
Texto de Evill Rebouças

SESC Vila Mariana - Praça de Eventos
Rua Pelotas, 141 - Vila Mariana
Tel.: 5080-3000
de 07 a 28 de março de 2009
Sábados 16h30 - LIVRE - GRÁTIS

criado por Mônica Nubiato    12:51 — Arquivado em: Cultura e Artes, São Paulo - 24 horas

17/2/09

Abaixo a censura e o preconceito

Sobre manifesto da FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas) sinto-me no direito de manifestar opinião. A argumentação usada  é preconceituosa e discriminatória.

É preciso avaliar potenciais, colocando à margem diferenciações entre classes sociais. Sou do tempo que se aprendia na educação básica que o nível de escolaridade indicava a classe social de um indivíduo.  Hoje a realidade não está de acordo com essa informação. Quantos profissionais, diplomados, pós-graduados,…, moram em bairros periféricos, em casas humildes e ganham salário por mês. A diferença é que esses profissionais da classe C ou D, falam e escrevem melhor, financiaram a faculdade ou conseguiram bolsa, enfim, mas o mercado de trabalho os mantém isolados da mesma maneira.

 O tema é meu "Calcanhar de Aquiles".  Em 2007, deixei meu trabalho numa emissora de rádio porque, entre outros motivos, não suportava mais a pressão de alguns profissionais que criticam e desqualificam profissionais não diplomados. Claro que o discurso crítico surgiu discretamente, um comentário aqui, outro ali, até se tornar inflamação aos meus ouvidos. Lógico que foi intencional. Problemas pessoais de lado. Tomei a decisão que me trouxe alivio e paz  - me afastei daquelas pessoas. Mas não me afastei da profissão. Eu até iniciei o curso superior, mas por falta de recursos para me manter e o excesso volume de reclamações dos colegas sobre a qualidade do curso, abandonei. Hoje, tenho quase 30, e já não sei mais se quero ou se tenho "saco" para fazer faculdade. Essa é a realidade de muitos profissionais da área de comunicação.

Uma briga entre profissionais  levará ninguém a lugar algum. O argumento de que os não-diplomados desvalorizam a classe, cobrando preços irrisórios e sem qualidade, não é culpa dos trabalhadores. Quem define o quanto vai pagar e se o trabalho está bom ou não é o contratante - "o dono da bufunfa" . Não se cobra menos por falta de diploma. Eu por exemplo, hoje cobro o valor do piso pelos meus trabalhos. Não me desqualifico jamais. E quem propõe pagar menos, eu recuso. Livre arbítrio. Os diplomados choram de barriga cheia, com um sindicato  que reclama e faz barulho para mostrar serviço, quando pouco faz por eles. O sindicato deveria defender a Classe Inteira - sem distinção de diploma ou não. E como ficam os veículos de jornalismo regional, as cidades interioranas??? Pouso mais de um mês, recebi proposta para trabalhar em Mato Grosso. Fiz questão de esclarecer que , mesmo com as informações do meu currículo,  não sou diplomada. A resposta do empresário: " Não importa. Você tem bom texto, ótima comunicação e expressão. Os diplomados não querem trabalhar para veículos pequenos, de caráter regionalista. Aqui não temos profissionais". O que responder para um cidadão numa situação dessa?

Abaixo, meu comentário postado no site da FENAJ:

"Eu apoio qualquer regulamentação, porém descordo da obrigatoriedade do diploma. Considerando a qualidade do ensino e medindo a qualidade de muitos profissionais diplomados (falta de ética, texto mastigado e poucos questionamentos) considero que muitos profissionais, não-diplomados, têm vivência e experiência que superam qualquer acadêmico. O Ministério do Trabalho deve ter controle dos profissionais que atuam, habilitando-os de acordo com apresentação de trabalhos e avaliação de conduta. Isso não desvaloriza o diploma, pelo contrário, valoriza a concorrência e incentiva universidades e instituições de ensino a evoluírem o serviço oferecido aos alunos. Respeito todos, mas é exagero a obrigatoriedade do diploma. Saber ler, escrever e interpretar bem - pelo menos o próprio idioma - é OBRIGAÇÃO do cidadão. A Comunicação é necessidade básica. É importante o 3° grau, mas exijam isso apenas quando o 3° grau deixar de ser fator de diferenciação de classe social. Reivindiquem melhor qualidade e investimentos aos Cursos de Comunicação e Jornalismo. Quando isso ocorrer, talvez eu possa rever meu conceito. E não é justo desqualificar profissionais que se dedicam há tempos para o jornalismo, pessoas com talento e garra para investigar e reportar informações - mesmo correndo riscos. Enfim, acadêmicos que me perdoem, esse manifesto soa discriminatório e preconceituoso - o que contraria uma classe que defende árduamente o fim da repressão e da censura."

criado por Mônica Nubiato    17:34 — Arquivado em: Brasil, Comportamento

10/2/09

RPM: Muita sede ao pote

41 dias. Quantas revoluções já não estão ocorrendo na pacata cidade Jaú? Um Chefe de Gabinete - aparentemente companheiro fiél do "Novo" Grupo Político - de repente deixa o cargo; um secretário de educação decide eliminar material didático adotado pela administração anterior - 8.500 apostilas ( custo de R$ 300 mil.aos cofres públicos); carnês do IPTU com suposta publicidade pessoal do novo prefeito - "O Dr. Osvaldo Franceschi, líder do novo governo de Jaú, promete investir com muito cuidado cada centavo que você pagar de IPTU ou IPVA, porque ele sabe que é fruto do trabalho honesto que você realiza. Nosso compromisso é com o desenvolvimento e, para isso, dependemos também de você.”  Sem contar com o pároco da matriz criticando a data do desfile dos blocos de carnaval. Muitas decisões tomadas sem consultar os mais interessados no assunto.

Desconsiderando os questionamentos feitos pelo Partido Vermelho sobre a suposta compra de votos que levou à vitória do Partido Verde  - mesmo com a mínima diferença de votos entre as duas bandeiras.

Muita energia para um ano que mal começou. E dizem que o ano começa mesmo depois do Carnaval. O que virá ainda?

Brincadeiras à parte, é importante construir a crítica nesse momento. O que há de errado com um grupo que durante toda uma campanha promoveu a chegada de Novas Idéias, Novos Ares, Limpeza de Território??? Muito simples: muita sede ao pote. Não considero inexperiência. Mas muita ânsia de mostrar serviço implica em grandes erros. E cabe observar que o novo administrador corre o risco de cometer os mesmos erros do ex-prefeito João Sanzovo Neto: ser mal assessorado.

Lembro-me do ex-vereador José Carlos Borgo dizer "de boca cheia" que os problemas da última administração eram ocasionados pelos maus assessores do ex-prefeito João.

Outra coisa que não pode ser desconsiderada nessas "Revoluções por minuto" é a opinião pública.

As novidades surgem em turbilhão: até um centro administrativo pode existir, eliminando o tão divulgado e festejado - inclusive por um vereador Verde - Pólo Empresarial Jauense ( antiga Fiação). Não seria válido um plebiscito ou um outro tipo de consulta pública para saber se a população está de acordo com essa mudança? Não devemos esquecer que todas as prefeituras localizam-se nos centros, onde há fácil acesso a todos os cidadãos. Essa é uma idéia um tanto futurista e revolucionária demais para ser discutida aos 41 dias do 1° mandato ( ou 41 min do 1° tempo). Vale lembrar quando a experiente e capacitada secretária de trãnsito Magali Romão trouxe a idéia inovadora de modificar toda a rota do transporte público na cidade. A situação foi tão crítica, que a Dra Magali assumiu a falha publicamente. Não é preciso ter pressa para tornar Jaú  a cidade do futuro! O momento não é de inovar. É hora de correções e terminar o que começou e não foi concluído.  Não querem enxugar a máquina? Então mostrem a válidade desse serviço. O objetivo não era correção de falhas, concluir obras inacabadas e ferozmente reivindicadas pela população? Será que porque "estamos" Verdes vai chover verba Federal na nossa horta??? Sabemos que a coisa não é simples assim. Jaú tem que aprender a andar com as próprias pernas - independente de Estado e Governo. Claro que essa junção é importante. Mas o município tem muita capacidade de caminhar com as próprias pernas. Basta administrar corretamente o dinheiro aplicado pelos munícipes.

 

Já dizia minha avó: "Quem tem pressa come crú".

criado por Mônica Nubiato    9:46 — Arquivado em: Jaú Jaú Jaú, Política

9/2/09

Morte de adolescente é tema de livro

Como lidar com a morte de adolescentes, especialmente em virtude de doenças terminais?

Para consolo e esperança às famílias com filhos vitimados por doenças incuráveis, na adolescência ou na juventude, e que se deparam com a dura realidade da separação de entes queridos, como é o caso da família de Aninha – personagem central do livro –, essa obra traz um comovente drama e muitos ensinos.

Segundo o autor, o professor de História José Luiz da Silva, de Jaú-SP, objetivo é despertar nos jovens a importância de valorizar a vida através de valores nobres no comportamento, visando construirmos um mundo mais justo e fraterno.

O lançamento ocorre na segunda-feira, dia 9 de fevereiro, às 20 horas, à rua Mal. Bitencourt, 1.062, em Jaú, bem próximo à estação rodoviária, no Centro Espírita Amor e Caridade, com entrada franca. Haverá rápida palestra introdutória, entrevista com o autor e lançamento do livro.

O evento será conduzido pelo escritor e palestrante Orson Peter Carrara, de Matão.

Título da obra: Vôo para a luz - O comovente drama de uma adolescente (da Edit. Mythos)

(abordando diretamente a questão de doenças terminais em adolescentes e visando oferecer esperança às famílias que viveram o drama da separação física de seus filhos pela morte)

Autor: José Luiz da Silva

Preço do livro: R$ 15,00, cuja renda pela venda será destinada:

50% para o NOSSO LAR, de Jaú

50% para o CENTRO ESPIRITA AMOR E CARIDADE, de Jaú, em prol de suas atividades assistenciais

criado por Mônica Nubiato    9:48 — Arquivado em: Cultura e Artes, Jaú Jaú Jaú

8/2/09

Acabou a brincadeira

Cerca de 100 crianças que frequentavam a brinquedoteca no bairro de Pouso Alegre de Baixo no município de Jaú/SP, encontrarão o espaço de portas fechadas a partir desta segunda-feira, 09. Coincide com a data de retorno às aulas para alunos de educação infantil, do núcleo municipal. Os responsáveis pela organização e manutenção do espaço já foram avisados. A informação é que a prefeitura , em clima de corte de despezas, não terá como manter o custo com o funcionário  e manutenção da brinquedoteca. Parece que até as crianças da zona rural não serão poupadas da lista de cortes de gastos do município. Espera-se que , em contrapartida, o valor seja revertido em investimentos para a escolinha das crianças. Criança que brinca tem melhor desenvolvimento de suas habilidades e da formação do caráter.  E tudo indica que a Prefeitura não tem intenção de manter as atividades da creche em Pouso Alegre também… 

criado por Mônica Nubiato    19:24 — Arquivado em: Jaú Jaú Jaú, Política

1/2/09

FEBAVE empossa nova diretoria na Fenavinho/RS

Dia 7 de fevereiro de 2009, em Bento Gonçalves-RS, na FENAVINHO, será realizada a posse das novas diretorias da FEBAVE-Federação Brasileira de Confrarias e Associações Femininas do Vinho e do Espumante (www.febave.com.br ) e da CAV-Confraria Amigas do Vinho (www.amigasdovinho.com.br ) para o biênio 2009-2011.

A Confraria Amigas do Vinho assume, sob a batuta da nossa Conselheira Nacional, Fátima Randon, a responsabilidade da gestão pelo biênio 2009-2011, caminhando sempre de "mãos dadas" com a FEBAVE e com todas as confrarias, associações, clubes, grupos femininos, nas trilhas de Baco e Dionísio.

Na mesma oportunidade, também será empossada a nova Diretoria da nossa Confraria Amigas do Vinho.

No compromisso de aproximar a mulher do vinho, de forma lúdica, moderada e com aprendizado.

Contamos com sua presença no evento de união e força feminina no cenário do vinho e do espumante.

criado por Mônica Nubiato    19:53 — Arquivado em: Cultura e Artes, Viagens
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